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Economia GREVE

Professores da UFCG iniciam greve por tempo indeterminado nesta segunda (10)

Na contraproposta apresentada ao Governo os professores reivindicam uma reposição salarial de 3,69% em 2024, equivalente ao IPCA calculado pelo Dieese.

10/06/2024 10h45 Atualizada há 2 semanas
Por: Redação
Foto: reprodução
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Professores da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) iniciaram, nesta segunda-feira (10), uma greve por tempo indeterminado, em adesão à greve nacional da educação federal, que já atinge 63 universidades.

De acordo com a Associação de Docentes da UFCG (ADUFCG), a decisão sobre a deflagração da greve aconteceu após a diretoria apresentar informes da greve nacional da educação, das tentativas de negociação da contraproposta dos docentes com o Governo Federal e das próximas atividades do Comando Nacional de Greve-CNG.

Na contraproposta apresentada ao Governo os professores reivindicam uma reposição salarial de 3,69% em 2024, equivalente ao IPCA calculado pelo Dieese apontado até o mês de abril, além de 9% para janeiro de 2025 e 5,16% para maio de 2026, como também a aplicação linear dos steps para a progressão na carreira docente.

A pauta também inclui paridade entre professores ativos, aposentados reposicionamento dos aposentados na posição relativa ao teto da carreira em que se encontravam no momento da aposentadoria, além da recomposição do orçamento das instituições federais de ensino superior de, no mínimo, R$ 2,5 bilhões, em 2024, e recomposição para os valores do ano de 2016 com aplicação da correção monetária.

Em comunicado, a reitoria da UFCG informou que se comprometeu a enviar as demandas das seções sindicais – referentes à suspensão de matrículas e do calendário acadêmico do período 2024.1 – para a apreciação e deliberação do Colegiado Pleno do Conselho Universitário

Confira à íntegra

COMUNICADO

A Reitoria da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) se reuniu – em plataforma virtual – com representantes das associações de docentes ADUFCG e ADUF-Patos, na manhã deste sábado, dia 8, para tratar sobre os encaminhamentos decorrentes da deflagração da greve dos professores, a partir da próxima segunda-feira, dia 10.

Após debater as pautas apresentadas, a Reitoria se comprometeu a enviar as demandas das seções sindicais – referentes à suspensão de matrículas e do calendário acadêmico do período 2024.1 – para a apreciação e deliberação do Colegiado Pleno do Conselho Universitário, considerando a amplitude da matéria e a necessidade de uma discussão com a comunidade acadêmica acerca das questões relacionadas ao tema.

A previsão é que a reunião extraordinária do Colegiado Pleno aconteça dentro do prazo regimental, a partir de 48 horas após a sua convocação, que ocorrerá tão logo o comando de greve oficialize a demanda, junto à Reitoria. Até a deliberação deste colegiado, as ações administrativas, nestas incluídos os procedimentos de matrícula, seguirão o curso normal.

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